A realidade está cheia de sinais. Como seria se corrêssemos um pouco de perigo de vez em quando? Expostos ao perigo, ao jogo. Se sangrássemos, quem viria para nos salvar? Ou ficaríamos contorcidos de dor em um canto escuro, até a noite surgir, em meio a alucinações de câncer lunar? Hipnotizados pela medo. Como seria se o abismo estivesse mais próximo. Como rejeitaríamos nossas condições para tentar ver o outro lado.
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