Fui-me acolá
na montanha solfejar.
Por quê? Olha assim?
Tenho apreço pelos ratos-capitais
rolando na grama verdejante
do seu jardim.
Um dia próspero às façanhas
das quais nada sei
de cor:
só o desperdício de sol
vociferando, ardente,
pela paisagem que me conduz
ao esmo.
Porque afinal a fantasia
me doma as picardias
de verão tão preguiçoso:
à espera de brisa
e engenharia
que ponha os sonhos de pé.
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