Eu me proponho a ser teu próximo vício, e, depois, tua terapia ocupacional. Teu spa. Tenho e vejo tua carne sobre a carne, sondando. Teus ossos inquebráveis, violentamente reprimidos sob a pele seca. Ou sequiosa? Ora revelo ou escondo na mão um refúgio, na timidez sincera, para o tom vermelho do céu, presságio mascarado do calor de setembro. Esse calor que rouba teu juízo, te entregando para mim.
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